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“Os Experimentos em Animais ATRASAM o progresso da ciência”

Histórias reais de verdadeiros monstros – Socialmente aceites Abril 26, 2010

Dr. OZ tirou um curso de cirurgião e tornou-se vedeta televisiva, adepto de estranhas práticas pseudomédicas como as chamadas “terapias energéticas”, que defendem a existência de de uma energia viva que anima os seres vivos. Numa ocasião, manteve durante 29 dias um cão de peito aberto, submetido a uma ablação por radiofrequência, que consiste em extirpar parte do sistema de condução eléctrica do coração (uma tecnica para tratar arritmias). Após ficar paralisado e sofrer dores intensas nas patas traseiras e quando urinava, foi submetido a eutanásia, segundo consta do registo, escrito um dia depois de Oz ter anotado que o cão estava “animado, atento e receptivo” – http://www.columbiacruelty.com/feat-pupkillings.asp

Em nome da acupunctura um macaco rhesus participa num estudo sobre a eficácia da acupunctura no alivio da dor. Para conhecer o reacção do símio ao tratamento, Hongchien Ha, da Universidade Médica da China, em Taichung, implantou-lhe eléctrodos no cérebro – http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2516110/pdf/anesthprog00133-0004.pdf :: http://www2.cmu.edu.tw/~cmcshow/English_intro.htm

Em estudos sobre a privação, efectuados no Yerkes National Primate Research Center, em Atalanta, entre 1940 e 1960, a crueldade dos estudos é manifesta. Por exemplo, mantinham durante três anos chimpazés recém-nascidos num ambiente de total escuridão, e colocavam a outros ligaduras nos pés e nas mãos para imobiliza-los durante dois anos. Tudo isto para demonstrar algo tão evidente como o facto de um animal social se for privado de companhia começar a desenvolver comportamentos patológicos –http://www.yerkes.emory.edu/

Harry Harlow, psicólogo da universidade do Wisconsin em Madison, em 1970, recorreu a crias de macacos rhesus para lhes provocar depressão clinica. Durante seis semanas, deixava os símios bebés numa gaiola vertical de paredes escorregadias, baptizada pelo próprio psicólogo como “o buraco do desespero”: passados alguns dias os pequenos macacos ficaram quietos, encolhidos a um canto. Depois de libertados, manifestaram inadaptação social e um comportamento violento; a maior parte nunca consegui recuperar por completo –http://www.muskingum.edu/~psych/psycweb/history/harlow.htm

Em 2003 tornaram-se publicas as experiências do neurocirurgião E. Sander Connolly da Universidade de Columbia, que simulava ataques cerebrais em babuínos retirando-lhes os globos oculares para poder, dessa forma, perfurar uma artéria do cérebro. Depois, dava-lhes um medicamento neuroprotector e mantinha-os vivos durante vários dias nesse estado de degradação, justificando a barbárie alegando que podia “obter resultados revelantes” – http://www.columbiacruelty.com/deathSquad_Connolly.asp

Referências: Revista Super Interessante – http://www.assineja.pt/Detalhe/tabid/111/itemID/SI/IdTipoItem/1/GrupoID/10/Default.aspx – Março 2010

“Médicos que defendem a vivissecção não merecem nenhum reconhecimento na sociedade, pois sua brutalidade é aparente não apenas durante os experimentos, mas em sua vidas, na prática médica. São homens que não se deixam deter por nada, para satisfazer seu desejo implacável e insensível de receber honras e ganhos.” – Dr. med. Hugo Knecht, Otorrinolaringologista, Linz, 5 de Outubro de 1909

Independentemente destes casos extremos, que chegaram ao nosso conhecimento, a grande questão é: “Evolução” a QUALQUER preço?

A minha resposta é, convictamente, NÃO. (Por muito amor que tenha à vida, prefiro morrer uns anos mais cedo a sacrificar seres vivos a tais brutalidades. Até porque a população humana está a aumentar desmesuradamente e se continuarmos neste ritmo acabaremos por nos asfixiar a nós próprios por não haver “ar” que chegue para tanta gente)


Fonte: Susana Pereira

 

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