Alternativas Éticas™®

“Os Experimentos em Animais ATRASAM o progresso da ciência”

A linha (tênue?) entre o fetiche e a necessidade… Maio 11, 2010

Filed under: alternativas,anti-ético,peles — мαℓυ™® @ 19:18
Em uma discussão entusiástica entre um amigo e eu, como de costume, ouvi mais do que falei, é que preciso aprender mais sobre o veganismo, sobre a ética animal, não porque pessoas que respeito teriam forte poder de influência sobre minhas atitudes, mas porque é algo que me importo deveras.
Li a Ética Prática (Peter Singer) e captei o ponto de vista, sábio e demasiadamente sensato. Somos iguais, eu e o frango porque ambos sentimos dor e prazer, temos assim iguais interesses na cadeia do viver, logo merecemos o mesmo direito à vida.
De onde vem a necessidade de comer animas (irracionais?)?
E de onde vem o fetiche de usar a pele de avestruz para fabricar bolsas, sapatos, etc?
Ambos construídos socialmente já que, naturalmente, não precisamos comer animais (irracionais?) para continuar vivendo. A prova são os vegans e os vegetarianos, que vivem muito bem. E também não precisamos da animal para nos manter protegidos do frio e do calor.

Parar de usar roupas, cintos e bolsas de pele de Jacaré é obviamente mais fácil já que temos ainda uma vasta variedade dessas mercadorias que não são feitas de pele animal. O algodão (sem querer entrar no mérito do direito vegetal, ainda) é abundante, usá-lo na fabricação de roupas tem menor custo e é mais popular.
Parar de comer galinhas já não me parece coisa que possa ser transformada no hábito alimentar do brasileiro, por exemplo, assim como parar de comer peixe no Japão.
Não seria importante relevar as condições de vida humana, especialmente quando milhões de nós não temos a garantia de sequer comer diariamente? A nossa dignidade não poderia ser levada em conta? É que a fome e a miséria não me parecem ainda coisas que devam ser tratadas como fatos isolados ou hipóteses. Não existe uma hipótese de que agora alguém em bairro miserável de Aracaju não tem o que pôr na boca para se alimentar. Isso não é suposição, É fato. Alguém ainda duvida? Preciso provar matematicamente?
Aqui eu gostaria de TENTAR distinguir fetiche de necessidade.
Fetiche é o poder puramente simbólico exercido e absolvido então como necessidade. Comprar uma bolsa porque se precisa guardar objetos enquanto se locomove não é o mesmo que comprar uma bolsa pelo fato de ela ser de couro e possuir a etiqueta da Louis Vuitton. O que o fato de ela ser de couro e possuir uma etiqueta da Louis Vuitton vai interferir na primeira utilidade da bolsa?
Necessidade é a falta de algo indispensável. Comer galinha é indispensável? É evidente que não! Pode-se substituir uma galinha por uma moqueca de soja, tranquilamente. Mas é nessa afirmação que a ética começa a me escapar entre os dedos. Estou tentando segurá-la, creio que perceberam. Posso exigir de mim tal atitude quando, embora eu, não tão tranquilamente, mas sim possivelmente, possa fazer essa substituição? Com esforço conseguirei.
Mas o que é mais importante para o ciclo da vida do qual eu e o frango fazemos parte? Deixar de comê-lo ou permitir que esse ciclo continue como há centenas de anos continua? O que é menos destrutivo para nós dois? (NÓS DOIS) que eu deixe de comer animais (irracionais?), que eu lhes permita a vida a todos sem nenhuma interferência? que eu me reconheça igual nos interesses, portanto participante da mesma cadeia alimentar, portanto participante do mesmo ciclo da vida?
É a toa que leões comem cervos? Será mesmo por que, supostamente ou hipoteticamente, ele é irracional? Ou será porque isso que comumente chamamos de natureza está a anos luz de nossa importantíssima, porém ainda obscura filosofia?
Quanto mais tento explicar meus pensamentos mais dúvidas emergem! Seria assim se não fôssemos humanos? (rsrs)
Apropriamos-nos do tempo, nosso e de todos os nossos irmãos naturais!
E para que propósito?
Para atendermos a URGÊNCIA dos nossos Fetiches!! E não das nossas Necessidades!!
ISSO NÃO SERIA MAIS DESTRUTIVO?
Mas quanto a nossa DIGNIDADE, (embora culturalmente concebida) pode deixar de ser importante para o ciclo da vida?
Nosso grande problema, creio eu, queridos amigos, não é comer animais mas destruí-los aos milhares pelo prazer de nossos fetiches, assim como destruimos a nós mesmos, aos milhares, pelo mesmo prazer.
Tento ser sensato. Não creio que estou tendo uma idéia reducionista e simplista, muito pelo contrário. A natureza, toda ela, me incluo e vos incluo… é impossível de ser tratada como intocável. Não estaria aí o reducionismo do ideal veganiano?
Quero saber, preciso conhecer as opiniões. Porque estudar o meio ambiente não é algo digno de expressão de nojo. Porque se negamos o meio ambiente, negamos a nós mesmos. E aí, caríssimos, nunca saberemos do que estamos falando!
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Extração de Peles Maio 3, 2010

Filed under: alternativas,animais,anti-ético,calçado,PEA,peles,roupa,vestuário — мαℓυ™® @ 18:11

A escravidão, a participação da mulher na sociedade, o tratamento aos portadores de deficiências, o nazismo e muitas outras coisas que aconteciam na antiguidade hoje são consideradas absurdas. Esse fenômeno é chamado pelos historiadores de “evolução”.
Os seres humanos não têm o direito de  torturar e matar outras espécies. Não têm o direito de infringir, desnecessariamente, dor e sofrimento aos animais, mesmo àqueles que não estão em risco de extinção. Há milhares de anos, quando os homens ainda viviam em cavernas, era necessário usar peles de animais para garantir a sua sobrevivência. Há muito tempo não há mais necessidade do uso de peles de animais, que é uma prática pré-histórica. 
Muitas pessoas ainda estão desinformadas em relação ao processo cruel no qual os animais passam para se tornarem um casaco ou suvenir de pele. Outras, mesmo conscientes disso, usam peles de animais motivadas pela vaidade e pela necessidade de afirmação de status. “É possível proteger-se do frio e vestir-se elegantemente sem que seja necessário matar animais”.
No inverno, uma das funções básicas do vestuário é manter-nos aquecidos. Com a evolução na tecnologia têxtil, nos dias de hoje, temos a disposição tecidos muito semelhantes às peles e couro de animal, mas de melhor qualidade térmica. Além disso, o tecido sintético traz benefícios extras como maior durabilidade, facilidade de manutenção, valor mais acessível, menor custo de produção, além de preservar o meio ambiente. Algumas alternativas são o algodão, canvas, náilon, vinil, ultrasuede etc..
Vale lembrar, que ao utilizar pele/couro sintética você passa a mensagem de se preocupar com os animais e com o planeta, sem abrir mão da moda. Ao contrário da pele de origem animal, que definitivamente é fruto de uma indústria fútil, cruel e injustificável. A mudança de hábitos faz bem para a nossa saúde, para o planeta, além de preservar a vida de outras espécies!


Fatos Sobre Indústria de Extração de Peles
Os animais passam suas vidas confinadas em minúsculas gaiolas em condições deploráveis.
Adquirem comportamentos neuróticos como auto-mutilação e canibalismo. Desenvolvem comportamento psicótico batendo a cabeça nas grades da gaiola e movendo-se furiosamente de um lado para o outro.
Sofrem de consangüinidade e nascem com alterações genéticas; deformações e mutações dos órgãos internos e membros. A dieta artificial administrada é causadora de problemas digestivos. A permanência sobre a estrutura de arame das jaulas acarreta lesões e deformidades nas patas. Quando expostos permanentemente, ao ar livre, sofrem com as variações climáticas. O alto nível de stress é responsável por 20% da morte dos animais.
Para a extração da pele, os animais são eletrocutados, asfixiados, envenenados, gazeados, afogados ou estrangulados. Nem todos morrem imediatamente, alguns são esfolados ainda vivos! Em alguns locais, para que as peles fiquem intactas, corta-se a língua do animal deixado-o a sangrar até morrer.
Em regiões onde usam armadilhas, pelo menos 1 em cada 4 animais capturado rói a própria pata na tentativa desesperada de se libertar. Os que conseguem escapar morrem pouco tempo depois por hemorragia, infecção, fome ou mesmo caçados por outros predadores em conseqüência de sua vulnerabilidade. 
Os animais que não conseguem escapar sofrem por vários dias ou semanas. Presos acabam morrendo de fome, frio, desidratação ou atacados por outros predadores. Para não estragar a pele, aquele que ainda estiver vivo na armadilha é asfixiado com os pés.
Pelo menos 5 milhões de animais como cães, gatos, pássaros, esquilos e até mesmo animais de espécies em vias de extinção são acidentalmente apanhados, mutilados e mortos nas armadilhas.
Segundo um estudo da Ford Motor, a produção de um casaco de peles de animais gera grande desperdício de energia em comparação com a confecção de um casaco de pele sintética: gasta-se três vezes mais quando o animal é pego em armadilha e quarenta vezes mais se o animal é criado em cativeiro.



Os Animais em Números
Para fazer um casaco de peles de comprimento médio matam-se:
125 arminhos
100 chinchilas
  70 martas-zibelinas
  50 martas canadianas
  30 ratos almiscarados
  30 sariguéias
  30 coelhos
  27 guaxinins
  17 texugos
  14 lontras
  11 raposas douradas
  11 linces
  09 castores


Perguntas Freqüentes
A indústria de peles é mesmo cruel? Sim. Investigações recentes feitas em fazendas de peles nos Estados Unidos descobriram que os  métodos de criação e abate de animais são cruéis. Muitos animais são mantidos em jaulas imundas e de tamanho inadequado. Têm feridas,  fraturas expostas, infecções respiratórias e tumores cancerígenos que jamais são tratados por veterinários. Para não danificar a pele, há duas formas mais usuais de abate: a quebra da coluna cervical e a eletrocussão anal (uma ferramenta carregada eletricamente é introduzida no reto, literalmente “fritando” os órgãos internos do animal). Algumas vezes os animais ficam apenas atordoados e acordam enquanto estão sendo esfolados, sofrendo dores atrozes ainda vivos.  Animais silvestres que têm seus membros presos em armadilhas sofrem tanta dor que literalmente comem suas patas para tentar escapar. Incapazes de comer, ingerir água ou de se defender contra predadores, passam dias presos. Muitos morrem antes mesmo do caçador chegar para coletá-los. Se sobrevivem, são mortos a pauladas para que se evite qualquer dano à pele.
Não há leis para proteger animais em fazendas de pele? No Brasil, há principalmente criação de chinchilas e coelhos. Existem leis  que proíbem os maus-tratos aos animais, mas o governo federal não dispõe de funcionários que fiscalizem todos os estabelecimentos comerciais. Embora a caça no país seja ilegal, é relativamente comum no Norte e no Nordeste. Peles de onças, jaguatiricas e outros animais da fauna brasileira podem ser encontradas com relativa facilidade.
O que há de errado em usar pele de coelho? Eles não serão mortos de qualquer jeito para virarem alimento? Algumas marcas tentam justificar a venda de peles de coelhos dizendo que são um subproduto da indústria da carne. Na verdade, coelhos jovens são mortos pela indústria alimentícia e coelhos de idade mais avançada são sacrificados pela indústria de peles. Aliás, comer carne de coelho não é um dos hábitos regulares dos brasileiros.  A França mata mais de 70 milhões de coelhos por ano especificamente para a produção de peles. Como no caso de outros animais criados pela indústria de peles, os coelhos são mantidos em gaiolas sujas e pequenas. Passam sua vida equilibrando-se precariamente nos finos arames de suas jaulas, nunca tendo a chance de cavar, pular ou brincar  com animais de sua espécie.  Os métodos de abate são terríveis: os criadores quebram sua coluna cervical ou esmagam seus crânios antes de prendê-los pelos pés e cortar suas cabeças.
É verdade que estão matando cães e gatos na indústria de peles? Sim. Muitas peles vendidas como “peles de coelho” são falsas e, na verdade, pertenciam a cães e gatos mortos em países asiáticos. Estas peles de cães e gatos são rotineiramente exportadas para as Américas e a Europa. Sem um exame de DNA, é impossível saber a qual espécie pertenceram. Portanto, se você usa peles, pode ter literalmente comprado “gato por lebre”. Só uma pergunta: você usaria a pele de seu cachorro?
O que ocorre com as focas canadenses? O governo canadense  autoriza anualmente o abate de focas de menos de três meses de idade sob o pretexto de “controle populacional”. As focas, alegam as autoridades, seriam uma ameaça ao bacalhau, um peixe sob ameaça de extinção. Já foi documentado por cientistas, no entanto, que as focas se alimentam basicamente de lulas, que são predadores do bacalhau. Portanto, teriam uma ação benéfica na preservação do peixe. Na verdade, os bluebacks, filhotes de menos de 12 dias mortos a marretadas, são o alvo preferido dos caçadores porque sua pele branca e macia tem alto valor comercial.  Em 2005, a cota será de um milhão de focas.
A produção de pele sintética não é mais prejudicial ao meio-ambiente do que a de pele animal? Não! Para evitar que se decomponham rapidamente ou se deteriorem no guarda-roupa, as peles animais são tratadas com substâncias químicas altamente tóxicas, que são despejadas em nossas terras aráveis e rios.  Para produzir uma pele de animal, é necessário 60 vezes mais energia do que para produzir um casaco de pele sintética.
Animais criados em fazendas de pele não sofrem tanto. Afinal, nunca conheceram outra vida, não é verdade? Errado! Os animais criados em fazendas de pele são privados de seus comportamentos instintivos básicos. Animais precisam se movimentar, esticar suas pernas, exercitar-se, limpar-se, ter estímulos e vida social. Todos os animais confinados sofrem horrivelmente e começam desde cedo a exibir comportamentos neuróticos, do tédio intenso – muitos adquirem o hábito de andar em círculos—à depressão – que leva à auto-mutilação e ao canibalismo.
Os animais não estão melhores em fazendas do que em seus habitats naturais, onde podem morrer de fome, de doença ou pela ação de predadores? Um argumento similar foi usado para manter os negros como escravos há dois séculos.  O sofrimento dos animais em confinamento é atroz. Em seus habitats naturais, jamais sofreriam tanto.  A selva, para os animais, é sua casa. O fato de que eles podem sofrer não é razão para garantir que sofram no cativeiro. Além disso, em seu habitat natural, os animais estão sujeitos à lei da natureza e cumprem seu ciclo natural de vida.
Posso usar peles que herdei de meus pais ou avós? A moda deveria ser divertida… e usar um casaco feito de pele de um animal morto há décadas é tão triste como usar uma pele produzida recentemente.  Você estará enviando a mesma mensagem para as pessoas à sua volta: a de que criar animais ou prendê-los em armadilhas para que sejam mortos e esfolados é totalmente aceitável.
O que eu faço com meus casacos de pele? Marque a pele com tinta vermelha e doe para um sem-teto, que poderá se proteger do frio das ruas. Doar seus casacos de pele aos necessitados também combate a idéia de que usar pele é símbolo de status e elegância. Você também pode doar suas peles para um abrigo de animais, onde servirão de forração para as camas de cães e gatos aguardando adoção.
O que eu posso fazer para acabar com o sofrimento dos animais na indústria de peles?Não compre peles e envie cartas e e-mails para estilistas que usam peles em suas coleções para que parem com esta prática. Deixe-os saber como você se sente sobre essa prática cruel.
O que há de errado em ter peles de animais no guarda-roupa se usamos rotineiramente couro em nossos calçados e bolsas? De fato, o uso de couro é muito disseminado em todos os lugares do mundo, por isso talvez seja mais difícil erradicá-lo. Já o uso de peles está restrito a uma camada da população. Mesmo assim, aos poucos, cresce a consciência de que usar couro também não é uma prática recomendável. Muita gente já adotou o hábito de substituir seus sapatos e bolsas de couro por produtos similares feitos de artigos sintéticos. Calçados podem ser feitos de tecidos, plásticos e PVC (que tem a aparência de couro).  Bolsas podem ser feitas de tecidos, palha ou couro ecológico (látex ou PVC).
Mas vacas e bois não são mortos para virar alimento de qualquer forma? O número de vegetarianos no mundo cresce dia a dia. O couro é um dos principais produtos derivados da pecuária e, por isso, o sucesso econômico desta atividade está diretamente ligado às vendas de couro. Se as vendas de carne de vaca e de couro caírem simultaneamente, será reduzido o número de bois, vacas e bezerros que são criados em fazendas e sofrem horrivelmente durante o abate.
O couro sintético faz com que meus pés suem muito! Já existem materiais sintéticos que “respiram” e são arejados, como o couro. É o caso do  Chlorenol (chamado de Hydrolite pela Avia ou Durabuck pela Nike), que é usado principalmente em calçados esportivos.  Este material pode até mesmo ser colocado em máquinas de lavar roupa.
Couro sintético é de baixa qualidade. Não é verdade. Muitas indústrias de calçados reconhecidas mundialmente pela qualidade de seus produtos têm linhas de calçados  e acessórios feitos com couro sintético. São elas: Asics; Birkenstock; Capezio (sapatilhas de bailarina); Converse; Diesel; Fila; Harley-Davidson; Keds; New Balance; Nike; Puma; Reebok e  Timberland
A produção de couro não polui menos do que a produção de sintéticos? A produção de couro é altamente poluente. São usados diversos produtos químicos tóxicos no tratamento da pele do animal para evitar que se decomponha. Algumas destas substâncias são: formaldeído, cianureto, cromo, alcatrão, tinturas e óleos diversos.   Estas substâncias acabam poluindo nossas terras aráveis e rios. Segundo o Center for Disease Control and Prevention (CDC), nos Estados Unidos, há maior incidência de casos de câncer em pessoas que vivem próximas a curtumes.

O que eu faço com calçados, acessórios e casacos de couro que eu já tenho? Muitas pessoas doam seus calçados, acessórios e casacos feitos de couro. A maioria, porém, não têm condições financeiras de se livrar de todos estes artigos de uma só vez e adquirir um novo guarda-roupa. Por isso, substituem aos poucos seus casacos, calçados e acessórios por materiais de couro sintético.  Faça o que for mais adequado para o seu orçamento e consciência. Lembre-se: muitos artigos feitos de couro sintético custam pouco e duram muito mais.

 

Não tenho tempo de procurar por calçados e acessórios que não sejam feitos de couro. Sintéticos, na verdade, são fáceis de achar. Muitas lojas de departamentos oferecem artigos feitos deste material. E o melhor: geralmente têm preços muito acessíveis, são muito bonitos e têm boa durabilidade.  Pergunte ao vendedor.

É errado usar lã? Não é recomendável usar nenhum tipo de vestuário confeccionado com matérias-primas derivadas de animais, como lãs e sedas. Todas as indústrias que usam animais para obter lucro geralmente se preocupam muito pouco com o seu bem-estar. A maior parte da lã vem da Austrália, onde ovelhas são criadas aos milhares. Com poucas semanas de vida, têm suas orelhas perfuradas e suas caudas removidas, sem anestesia.Os machos são castrados de uma forma cruel, quando têm entre duas e oito semanas de vida. São usados anéis de borracha que cortam o suprimento de sangue para os testículos. Este método é considerado extremamente doloroso. Muitas ovelhas morrem de exposição ao sol, frio ou chuva antes de completarem oito semanas. Muitas que sobrevivem morrem por doenças, falta de abrigo ou negligência. Para prevenir fugas, os criadores cortam grandes porções dos músculos das pernas das ovelhas, sem anestesia. Na tosa, é necessário velocidade porque os tosadores são pagos por volume. Por isso, são descuidados e produzem grandes cortes nas peles de animais. Testemunhas já relataram casos em que metade das faces das ovelhas foram arrancadas por tosadores. Se sobrevivem e ficam velhas, andam longos quilômetros a pé para serem embarcadas aos milhares em navios com destino à Ásia e África, onde são abatidas. Nas longas viagens, as ovelhas são amontoadas nos porões e privadas de alimento ou de água. O índice de fatalidades é de 10%. Em países com regulamentação pouco rigorosa de abate, são desmembradas ainda vivas.
É errado usar Seda? Para se obter seda, o bichinho que a produz é fervido vivo para se separar o fio.

O Que Fazer
Você gostaria que o consumo de produtos com peles de animais acabasse?

Evite usar os produtos que são feitos com peles e/ou penas de animais. (Lã, couro, camurça, nobuck também são peles);

Imprima panfletos educacionais e distribua o máximo que puder: Clique Aqui;

Envie e-mails às confecções, donos de loja e fábrica informando que deixarão de comprar seus produtos enquanto continuarem usando peles de animais;

Mobilize as pessoas ao seu redor a fazer o mesmo;

Exija das empresas que parem de confeccionar produtos com peles e comecem a utilizar matérias-primas sem crueldade.

 

Alternativa ao uso de animais em laboratório é discutida por alunos e professores de todo o Brasil Abril 20, 2010

Filed under: alternativas,animais de laboratório,testes animais — мαℓυ™® @ 17:28

05 de maio de 2009

O Dia Mundial dos Animais de Laboratório, 25 de abril, recolocou a polêmica sobre o uso de cobaias em cursos universitários. A questão divide pesquisadores, professores e alunos por todo o Brasil.
A Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, em seu curso de Medicina Veterinária, não utiliza animais nas aulas. Em outras instituições, no entanto, como a Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), há o uso de ratos Ystar no curso de Psicologia.
Segundo o artigo III dos Princípios Éticos para o Uso de Animais de Laboratório,“procedimentos que envolvam animais devem prever e se desenvolver considerando-se sua relevância para a saúde humana ou animal, a aquisição de conhecimentos ou o bem da sociedade”. Esta questão divide opiniões entre diversos estudantes e professores de cursos voltados à área da Saúde.
Débora Schwab Branco é aluna do segundo ano de Psicologia da Universidade do Centro Oeste (Unicentro). Letícia Campos é estudante do terceiro ano de Odontologia da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).
Ambas utilizam animais em seus cursos. Débora estuda o comportamento do rato, do tipo Ystar, na disciplina de Análise Experimental do Comportamento. Letícia estuda, em uma pesquisa, a relação do cigarro com os anestésicos locais através da análise dos órgãos dos animais.
Segundo Débora, as experiências que são realizadas nesta disciplina de Análise Experimental do Comportamento são as mesmas há anos. Ela explica que ”o desempenho da experiência varia um pouco de acordo com os experimentadores e as cobaias, mas os resultados a que se chega serão sempre os mesmos, neste caso. Portanto, é sim desnecessária a utilização dos animais para a visualização e compreensão desta disciplina”.
Débora conta ainda que, em seu curso, existem várias experiências antigas que foram realizadas com animais e seus resultados foram repassados em livros. Ela exemplifica: “como o condicionamento de Pavlov, em que ele utiliza cães para obter seus resultados. Não é necessário observar concretamente para concluir que o condicionamento existe realmente”.
No entanto, para Letícia, sem os animais, sua pesquisa não teria o mesmo significado. Para se chegar ao estudo, no ano passado, toda sua turma participou da pesquisa.
Foram utilizados cerca de oito ratos. Em um número x de animais foram injetadas soluções de água. Em outro número, foi injetada uma solução que tinha sido deixada por uma semana em um cigarro. Em outros animais, foi colocada uma solução deixada pelo mesmo período de tempo, com uma diferença: quatro cigarros.
Após uma hora, os alunos injetavam anestésico local nos ratos. Depois desse processo, foram retirados o fígado, baço e pâncreas de cada animal para análise da relação do cigarro com os anestésicos locais. O objetivo do trabalho era provar que o cigarro influencia clinicamente o paciente, até mesmo em situações cirúrgicas.
O trabalho de Letícia é a continuação deste projeto. “O uso dos animais é fundamental para essa pesquisa. É mais fácil fazer em animais do que em um ser humano”, ressalta a estudante.
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Métodos alternativos reduzem testes em animais para menos de metade Março 27, 2010

Filed under: alternativas,testes banidos — мαℓυ™® @ 15:35


Eurodeputado Paulo Casaca promoveu visita ao ECVAM
Eurodeputado Paulo Casaca promoveu visita ao ECVAM

Os métodos alternativos aos testes em animais, desenvolvidos num laboratório europeu, permitirão reduzir para menos de metade, em dez anos, o número de exemplares usados para verificar a segurança de químicos, no âmbito da nova legislação europeia. 

Nova legislação contempla também o bem-estar animal
Nova legislação contempla também o bem-estar animal

A validação destes testes é realizada no Centro Europeu para a Validação de Métodos Alternativos de teste (ECVAM, na sigla em inglês), em Ispra, Itália, o centro europeu de referência para validar estratégias que reduzam, substituam ou redefinam a utilização de animais na verificação da segurança de substâncias químicas.

Durante uma visita de jornalistas portugueses ao ECVAM, promovida na sexta-feira pelo eurodeputado português ao Parlamento Europeu Paulo Casaca, o director do centro, Thomas Hartung, explicou que, desde o ano passado, cabe a este laboratório coordenar o processo de testes de químicos no âmbito da recém aprovada legislação europeia sobre a segurança destas substâncias (REACH, na sigla em inglês).

Entre 2011 e 2017 prevê-se que sejam realizados cerca de 70 por cento dos testes de segurança a diversas substâncias químicas que, a serem feitos de acordo com os métodos actualmente mais utilizados, implicariam a utilização de mais de 20 milhões de animais, detalhou o responsável do ECVAM.

171 métodos alternativos

Criado em 1991, o ECVAM tem actualmente 171 métodos alternativos de teste em validação, 100 dos quais podem ser adoptados pelo REACH, explicou Thomas Hartung, adiantando que a “análise do impacto [da adopção de estratégias alternativas] sugere que haja uma redução em 50 por cento dos testes em animais”.

A nova legislação sobre registo, avaliação e autorização de produtos químicos foi aprovada a 13 de Dezembro pelo Parlamento Europeu (PE), abrange cerca de 30 mil substâncias e entra em vigor em Junho de 2007.

Com o REACH, o ónus da prova sobre a segurança dos produtos químicos comercializados na União Europeia é transferido das autoridades públicas para a indústria, devendo as empresas que fabricam e importam produtos químicos avaliar os riscos decorrentes da sua utilização e tomar as medidas necessárias para gerir os riscos para a saúde humana e do ambiente que identificarem.

A nova legislação contempla também o bem-estar animal, introduzindo regras para evitar a duplicação de testes em animais e promover métodos alternativos de ensaio.

A substituição dos testes em animais, utilizados sobretudo na verificações da toxicidade dos produtos, por testes in vitro (culturas celulares) revela-se vantajosa em relação à rapidez na obtenção de resultados, à qualidade científica desses resultados e aos custos financeiros associados aos testes, pormenorizou Thomas Hartung.

“Há que tornar os métodos alternativos nos métodos correntes empregues em toxicologia”, defendeu o director do ECVAM, salientando que, nesta área, “há uma liderança impressionante da Europa”, que a legislação do REACH vem impulsionar.

A partilha de informação sobre os testes efectuados entre as empresas que produzem e importam químicos, que o REACH torna obrigatória, contribui igualmente para a redução de necessidade de utilizar animais na verificação da toxicidade dos produtos, ao evitar a duplicação dos ensaios, explicou o responsável.

Apenas nove milhões de animais

De acordo com o relatório de Outubro deste ano do Instituto para a Protecção da Saúde e do Consumidor – entidade do Joint Research Centre europeu que integra o ECVAM -, a conjugação entre a utilização preferencial dos métodos alternativos e o fim da duplicação de ensaios pode significar que, para testar as mais de 30 mil substâncias químicas sobre as quais actualmente há pouca informação toxicológica, seja necessário utilizar nove milhões e não mais de 20 milhões de animais.

Em declarações aos jornalistas após a visita ao ECVAM, o eurodeputado Paulo Casaca sublinhou que “em geral, os testes in vitro são mais fidedignos do que os testes em animais”.

Para o eurodeputado, que está prestes a terminar o seu mandato como presidente do Intergrupo do PE para a Conservação e Bem-Estar Animal, o REACH revela-se assim fundamental para demonstrar que se pode “dispensar o teste animal”.

Entre as cerca de cem mil substâncias químicas comercializadas na União Europeia, apenas 3.000 foram sujeitas a testes de toxicidade, estimando-se que muitos produtos presentes em bens de consumo utilizados no dia-a-dia sejam responsáveis pelo aumento de alergias, cancros e infertilidade humana, face à sua persistência no organismo ao longo da vida.


Fonte

Repasso abaixo uma notícia que é do fim ano passado para reforçar a questão do PLC 93/08 (lei sobre vivissecção e testes em animais) para que nossa legislação invista também muito mais em alternativas e para mostrar porque eu reforço tanto que é preciso avançar e não retroceder na questão de testes com animais e vivissecção.

Com o PLC 93/08, estamos andando para trás enquanto outros países andam para frente, para o futuro.
Reenvio a carta aberta que escrevi para a imprensa para que as pessoas saibam de fato o que  quer dizer o  projeto de lei  93/08 que diz regular testes e vivissecção que já está regulado, e o atraso que ele significa em termos éticos e jurídicos e com a reportagem abaixo , poderiamos dizer atraso tecnológico também !
E sobre o assunto:
Eliane C. Lima
 

Alternativas Março 20, 2010

Filed under: alternativas,testes — мαℓυ™® @ 12:49

O que são alternativas?

Definimos alternativas como recursos educacionais ou abordagens educativas que substituam o uso
de animais ou complementem práticas humanitárias de ensino. A educação humanitária no ensino de ciências pode ser encontrada quando:
– estudantes são respeitados em sua liberdade de escolha e opinião
– animais não são submetidos a sofrimento ou mortos em praticas educativas
– os objetivos educacionais são obtidos utilizando-se métodos e abordagens alternativas
– a educação estimula a visão holística e o respeito à vida

Alternativas são inovadoras

A adoção de métodos alternativos mantém a educação atualizada e sincronizada com o progresso tecnológico, com o desenvolvimento de métodos de ensino e contribuem para o pensamento ético. Mostram o respeito para com as considerações éticas dos professores e estudantes, e para com os animais. Com várias alternativas, os estudantes podem aprender em seu próprio ritmo. A qualidade da educação é acentuada, criando um ambiente saudável de aprendizagem com o mínimo de conflitos negativos, distração ou complicação. Muitos métodos humanitários de ensino são simples, previsíveis e repetitíveis, de modo que princípios experimentais e objetivos posam ser aprendidos eficientemente. A auto-experimentação pode ser altamente memorizável e divertida, e alternativas avançadas como realidade virtual e multimídia são excitantes no uso.

Alternativas são eficientes


O uso de alternativas e uma combinação de cuidados específicos no ensino possibilitam o alcance dos objetivos de ensino de qualquer prática com animais. Além do mais, estudos publicados que têm avaliado a eficiência de métodos alternativos tem mostrado que os estudantes que optam por alternativas aprendem tão bem quanto, e em alguns casos melhor, que os estudantes que utilizam o método tradicional de experimentação animal. Alternativas são mais econômicas também: muitas alternativas e mesmo métodos de ensino são baratas quando comparadas ao gasto com a manutenção, compra ou criação de animais. Outras alternativas requerem um gasto inicial considerável, mas os benefícios do investimento são aparentemente imediatos, e os custos podem ser cobertos à longo prazo, pois poupam o gasto exigido com o uso de animais.

Modelos e simuladores

Modelos e simuladores mecânicos podem ser muito úteis ao estudo de anatomia, fisiologia e cirurgia. Eles vão de modelos simples e baratos à equipamentos computadorizados. Modelos mecânicos como simuladores de circulação podem oferecer uma excelente visão de processos fisiológicos, e simuladores de pacientes ligados à computadores e manequins, e controles sofisticados de operação estão substituindo cada vez mais o uso de animais no treinamento médico.

Filmes e vídeos interativos

Filmes são baratos, fáceis de se obter, duradouros e fáceis de usar. Eles oferecem a possibilidade de repetição, utilizando câmera lenta, e mostrando detalhes em closes. A adição de gráficos, animações e elementos interativos podem acentuar o seu valor educativo; e com faixas audio-visuais os estudantes podem acompanhar uma gravação de um experimento enquanto monitoram os equipamentos que registram os detalhes do experimento.

Simulação computadorizadas e realidade virtual

Alternativas computadorizadas podem ser altamente interativas e incorporar outros meios como gráficos de alta qualidade, filmes,
e frequentemente CD Roms. Eles podem ser baseados em dados experimentais atuais ou serem gerados de equações clássicas,
e podem incluir variação biológica. Alguns permitem a adaptação pelos professores, de modo a possibilitar os objetivos específicos da aula. A aprendizagem através de computadores não apenas permite a exploração de disciplinas por novos caminhos e em grande profundidade, como também capacita os estudantes para um futuro onde a Informação-Tecnologia terão um papel dominante. Desenvolvimentos no campo da realidade virtual têm possibilitado o uso de técnicas de imagem de alta qualidade no trabalho de diagnóstico e tratamento no estudo e prática de medicina humana. Com as técnicas disponíveis atualmente, o desenvolvimento de novas alternativas computadorizadas e o aperfeiçoamento de produtos existentes é quase ilimitado.

Auto-experimentação

Estudantes de biologia e medicina de muitas universidades participam ativamente em práticas cuidadosamente supervisionadas onde eles são os animais experimentais para o estudo de fisiologia, bioquímica e outras áreas. Ingerindo substâncias como café ou açúcar, administrando drogas como diuréticos, e usando eletrodos externos para a mensuração de velocidade de sinais nervosos estão entre os muitos testes que podem ser aplicados em si mesmo ou nos colegas.

Uso responsável de animais

Para estudantes que precisam de experiências práticas com animais, tais necessidades podem ser supridas de diversas maneiras humanitárias. Animais que morreram naturalmente, ou que sofreram eutanásia por motivos clínicos, ou que foram mortos em estradas, etc., são utilizados em algumas universidades para o estudo de anatomia e cirurgia. Para estudantes que precisam do uso de animais vivos, a prática clínica é o método mais aplicado e humanitário; em alguns cursos de veterinária, por exemplo, a habilidade cirúrgica é aprendida pelos estudantes através de operações severamente supervisionadas em pacientes animais, em clínicas veterinárias.

Estudos de campo e de observação

Existe uma gama ilimitada de práticas alternativas que podem ser aplicadas através do estudo em campo. Animais selvagens e domésticos, e obviamente humanos, oferecem oportunidades para o estudo prático não invasivo e não prejudicial no estudo de zoologia, anatomia, fisiologia, etologia, epidemiologia e ecologia. Tais métodos podem estimular os estudantes a reconhecerem suas responsabilidades sociais e ambientais.

Experiências in vitro

Muitos procedimentos bioquímicos envolvendo tecido animal podem ser adequadamente experimentados em cultura de tecidos. Outros métodos in vitro, particularmente em toxicologia, podem ser utilizados microorganismos, cultura de células, substituindo o uso de animais e oferecendo excelente preparação para profissões em pesquisas humanas.

AILA
Para saber mais acesse o site


 

A alternativa para testes em animais: por que devemos nos importar Fevereiro 24, 2010

Filed under: alternativas,testes — мαℓυ™® @ 23:15

Por Nicole Gilbert
Tradução por Giovanna Chinellato  (da Redação)
Muitos detestam a ideia de testar produtos de uso comercial e remédios, mas temem erguer a voz e serem taxados de extremos.
Foto: PETAMesmo assim, quando a universidade de medicina do Arizona, EUA, anunciou a construção de um laboratório para testes em animais no centro de Phoenix, alguns alunos ergueram sim suas vozes. Aqueles preocupados com os direitos dos animais disseram que muitos dos testes que acontecem são inúteis e extremamente cruéis.

Foto: PETA
Muitos animais podem ser poupados no futuro graças a desenvolvimentos científicos na área de pesquisa. Mas não se não dermos uma chance aos novos métodos.
Em vez de construir um laboratório de testes em animais, não seria muito mais revolucionário começar uma pesquisa sem criar e experimentar em seres vivos?
A Humane Society dos Estados Unidos citou um progresso recente na área de testes toxicológicos sem uso de animais, um método que vem ganhando fama, o de cultura de células. Considerando que os animais que maior parte dos laboratórios estudam, ratos e camundongos, principalmente, são bem diferentes dos humanos, tecnologias baseadas em células humanas prometem um resultado muito mais acurado de como uma droga iria interagir com o corpo humano. Também existe a possibilidade de no futuro os humanos que testariam os produtos possam tomar doses bem menores.
A tecnologia existe, e seria bem mais desenvolvida se os cientistas não tiverem se prendendo a testar em animais. O governo e códigos de saúde pedem a continuidade dos testes em animais.
O porta-voz da universidade de medicina do Arizona, Al Bravo, disse que o novo laboratório de pesquisas irá fazer testes em roedores na busca por câncer, doenças cardiovasculares e neurológicas. Ele disse que a universidade tem um padrão em como cuidar dos animais. Mesmo assim, milhares morrem ou vivem vidas terríveis.
Imagine nascer numa caixa, ser perfurado por agulhas, talvez pegar doenças e ser largado para morrer (ou miraculosamente se recuperar para sua vida maravilhosa). Enquanto a cena já é difícil para muitos de nós que não consideram animais seres emotivos, é muito mais difícil para quem já conheceu ou convive com um animal.
foto: petaQuando eu era criança, eu tinha um ratinho de estimação. Ela era um animal inteligente, que me reconhecia pela aparência e cheiro. Ratos de laboratório não seriam tão diferentes se não fossem confinados para as vidas vazias que levam.
A conexão humano-animal não existe para maior parte da população- vamos encarar isso, a mente egoísta do ser humano continuará existindo.
Entretanto, a possibilidade de métodos alternativos de pesquisa deveria causar no mínimo certa curiosidade.
Universidades deveriam estar buscando mudanças e estímulos intelectuais, não lugares para métodos velhos que automaticamente ditam como conduzir futuras pesquisas.